5 razões porque gostámos de ler a revista Flow

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Quando a Flow de Abril chegou ao Manifesto, com 147 páginas dedicadas à ideia de equilíbrio, quisemos logo começar a lê-la. 

Houve muitos artigos e fotografias de que gostámos, mas houve cinco coisas que nos chamaram particularmente a atenção.

1 - Gostámos da abordagem feita no artigo "No More fear"

A crescente vaga de ataques terroristas nas sociedades ocidentais tem feito aumentar o medo e a desconfiança, mas será que estes receios têm fundamento? Com uma narrativa leve e interessante, a jornalista Jocelyn de Kwant escreve sobre o seu desejo de ser mais corajosa, explorando várias teorias sobre o medo e sobre como o podemos contornar. 

"I want to live. I don't want to not do things because they might end badly. I want to walk up to people and talk and laugh instead of being afraid of them. I want to get on a plane without formulating my goodbyes in my head. I don't want to be anxious. I want the inner peace that comes from trusting everything will be all right. And if it does happen to go wrong, then I'll deal with it when it does".

 
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2 - Ficámos fascinados pela história da rapariga cigana que encontrou uma nova vida nas montanhas

" She told me that she worked for 3 Sisters Adventure Trekking, an organization run by three sisters that trained woman to become trekking guides. I wanted that. My marriage was over, my daughter had been taken from me, I had no papers: what did I have to lose?"

3 - Os diferentes papéis da revista proporcionaram-nos diferentes experiências de leitura

Quando chegámos à página 55 deparamos-nos com um papel rosa pálido, muito fino, que fazia lembrar o papel crepe. Nas páginas seguintes este papel manteve-se, revelando artigos sobre o silêncio, a serenidade e até um Herbarium. De certa forma, esta mudança de papel fez com que passássemos as páginas mais devagar e lêssemos com mais calma.

"Touch comes before sight, before speech. It is the first language and the last, and it always tells the truth" Margaret Atwood

 
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4 - Gostámos da forma como as temáticas da revista estavam divididas por fotografias a preto e branco

Fotografias da Grace Kelly, Michael Jackson, Romy Schneider e Sean Connery dividiram as páginas da Flow. Em comum, havia a tonalidade a preto e branco e um pormenor, todos eles seguravam uma máquina fotográfica.

" On the dividers in this issue, we're showing celebrities from a different angle: behind the lens of a camera".

5 - Ficámos a conhecer a Paula Modersohn-Becker, uma pioneira do Expressionismo alemão

Apesar de hoje ser considerada uma das mais conceituadas artistas do século XIX, a vida desta pintora expressionista não foi fácil e o seu reconhecimento só chegou passado quase dez anos da sua morte.

"Nowadays, Paula Modersohn-Becker (1876-1907) is know as a pioneer of German expressionism, and she was the first woman to have an entire museum dedicated to her work. Yet it was a different story during her lifetime". 

 
 

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